segunda-feira, 25 de abril de 2011

Extraído do site da Liga Operaria formatado por Protesto Popular

1º de Maio Classista e Combativo
Abaixo os salários de fome e a carestia

Neste 1º de Maio vamos mostrar o nosso repúdio à carestia, a exploração, o salário mínimo de fome, o descaso com a saúde e educação pública, a violência policial contra o povo dos bairros pobres e favelas e camponeses em luta pela terra. Vamos exigir trabalho e salários dignos, melhores condições de vida, liberdade de organização e manifestação e fim da repressão policial.
O povo sofre com o aumento do custo de vida e o violento arrocho salarial. As obras do PAC, ao contrário de progresso, são canteiros de massacre dos trabalhadores, com extrema precarização das condições de trabalho, regimes de trabalho escravo, o que causa milhares de acidentes de trabalho com mutilações e mortes.
Nos Estados Unidos e Europa a crise desse podre sistema capitalista gera milhões de desempregados. Os governos tiram dinheiro dos cofres públicos para salvar bancos e indústrias e para os trabalhadores é só repressão e mais cortes de direitos.
Mais uma vez a crise do capitalismo só encontra saída na guerra contra os povos. Não bastassem às covardes agressões, genocídios e destruição no Iraque, Afeganistão e Palestina, agora os Estados Unidos e as potências da Europa bombardeiam e preparam a ocupação da Líbia e Costa do Marfím. O povo se levanta em todo o mundo. Cresce a revolta popular, rebeliões populares estouram no norte da África e Oriente Médio.
Em nosso país as péssimas condições de vida empurra os trabalhadores para levantamentos em lutas cada vez mais combativas e que atropelam as direções sindicais oportunistas pelegas, como foram as recentes greves da construção da usina Jirau em Rondônia, a combativa greve dos trabalhadores de Suape em Pernambuco e as revoltas populares em várias cidades do Pará, Maranhão e etc.
Elevemos este furação de revoltas impulsionando o protesto popular, exigindo nossos direitos! Convocamos os trabalhadores, camponeses, mulheres trabalhadoras, donas de casa, estudantes e toda a juventude para realizarmos um grande protesto de 1º de Maio classista e combativo.

Abaixo o salário de fome, a carestia e as
péssimas condições de trabalho e de vida!
Viva a rebelião justa dos povos!
Abaixo o imperialismo!

Passeata dia 2/05, segunda-feira, 10hs da manhã,
concentração no vão livre do MASP av. Paulista
COMPAREÇA !
Liga Operária (www.ligaoperaria.org.br) e Liga dos Camponeses Pobres

quinta-feira, 14 de abril de 2011

GREVE dos funcionários terceirizadas da USP


 Política de terceirização na USP escraviza funcionários e precariza a universidade

    Na sexta feira dia 8 de abril, os funcionários da limpeza da USP entraram em greve por não receberem os salários do mês e também pelo corte do vale-transporte. A "limpadora União", empresa contratada pela reitoria, alega que o valor repassado pela universidade é de somente 70% do total que deveria ser pago, fazendo com que a empresa ficasse inadimplente, devendo agora rescindir seu contrato, com os funcionários trabalhando até dia 20 de abril.

     Nesta terça feira de manhã, cerca de 200 funcionários organizaram piquetes e bloquearam a entrada da reitoria, a tarde decidiram em assembléia continuar a mobilização, saindo em passeata até Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH, que tiveram as aulas paralizadas pela quantidade de sujeira acumulada.
 
     Os funcionários terceirizados não têm o direito de usufruir do espaço da universidade, como a bandejão e o hospital, e ainda recebem um salário bruto de R$598,00. Denunciam também as péssimas condições de trabalho, onde alguns utilizam o espaço de porões e banheiros para fazer suas refeições, não tendo direito nem a um espaço para tomarem banho e guardarem seus pertences.


 Manifestação, passando por salas de aulas

quinta-feira, 7 de abril de 2011

EM SÃO PAULO ÔNIBUS INCENDIADOS EXPRESSAM A REVOLTA CONTRA O DESCASO DO TRANSPORTE PÚBLICO

O POVO PODE TUDO

Ainda não se sabe as origens de dois casos de incêndios de ônibus em São Paulo e Guarulhos, mas segundo relatos do monopólio da imprensa, trata-se de protestos, que leva a crer, serem contra o aumento das passagens,  que vem se estendendo desde 05 de janeiro, quando ocorreu o aumento simultâneo nas duas cidades, gerenciadas por Gilberto Kassab  (PSD ex. DEM) e Sebastião Almeida (PT).
São Paulo e regiões metropolitanas  tem dado  vários exemplos de justos e combativos protestos contra todo o esquema mafioso de transporte "público", e contra toda a humilhação que o povo passa para poder se deslocar pela cidade, em ônibus lotados, atrasados, caros, até em casos de alguns municípios onde o motorista também é o cobrador, (para gerar menos gastos e mais lucros para as empresas), tornando-se perigoso para todos os passageiros, aumentando em muito o horário das viagens e o tempo de espera nos lotados pontos de ônibus... esses protestos é um chamado à população como um: BASTA!  Vê-se que quando não há diálogo e quando os direitos do povo, estão  sendo roubados, só  um caminho: A LUTA! E o povo, busca todas as formas para ser ouvido e respeitado.


  "A REBELIÃO SE JUSTIFICA"




Ônibus da Empresa Vila Galvão em Guarulhos 06/04/11
Adriano Lima/AE
Ônibus da Empresa Via Sul, fazia a linha Jardim Maristela/V. Mariana
               
 



terça-feira, 5 de abril de 2011

GREVE NA OBSTETRÍCIA da USP


 ESTUDANTES DE OBSTETRÍCIA - USP EM GREVE!

Nos cartazes e palavras de ordem, dentre protestos e diversas mobilizações, estudantes de Obstetrícia da USP Leste afirmam "A mulherada desse pais, merece ter obstetriz!" No Brasil vemos que a gravidez é tratada como doença, e as mulheres são a encaminhadas para médicos, cirurgiões, sob a espera em hospitais lotados junto a outros enfermos, também a taxa de mortalidade de bebês e mães vem aumentando vergonhosamente em conseqüência do péssimo atendimento...

Em meio ao caos do sistema de saúde ao atendimento a mulher, a falta gritante de obstetrizes e sua desvalorização como profissão, o que o REItor interventor da USP João Grandino Rodas faz? Redige um relatório com os diretores da EACH,  em que prevê o fim do curso na universidade! Ameaça essa, que ja esta se cumprindo e se desenvolvendo com o corte de 330 vagas na EACH (Escola de Artes e Ciências, e Humanidades)
onde abriga obstetricia e tambem o curso de ciências da natureza que junto faz parte da lista dos que serão eliminados.
Combativa manifestação dos estudantes de Obstetrícia 
Para isso, os estudantes tem defendido o curso com todas as suas forças, mobilizando e divulgando ao máximo sua situação, para defender não somente a profissão, mas também um direito das mulheres, e a uma Universidade pública com qualidade e democrática. No último dia 04 de abril os estudantes deflagraram greve, afim de fazer com que os interventores da universidade e toda a USP possa compreender o que existe por detrás dessas ameaças, que é a intenção de burocratizar e privatizar a universidade deixando-a a serviço de empresários e não a serviço do povo.